ANIMISMO E ESPIRITISMO PDF

Estos rituales y creencias eventualmente evolucionaron con el tiempo en la gran variedad de religiones "desarrolladas". Se realizan ofrendas o sacrificios expiatorios. Por ejemplo, los lectores de Dante conocen la idea de que los muertos no tienen sombra ombra. La enfermedad a menudo se explica como la ausencia del alma y a veces se toman determinadas medidas para atraer el alma errante de vuelta. Se encuentran ideas similares entre los euahlayi del sudeste de Australia, los dakotas y muchas otras tribus. Incluso donde el culto al antepasado no existe, el deseo de proporcionar consuelo al muerto en la vida futura puede llevar al sacrificio de esposas, esclavos, animales, etc.

Author:Kara Fetaur
Country:Iran
Language:English (Spanish)
Genre:Technology
Published (Last):3 December 2016
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O crebro fsico aparelho de complicada estrutura. Constitui-se de clulas emissoras e receptoras, que servem nos mais diversos centros mentais reguladores da vida orgnica.

Imantam-se, dentro dele, poderosas correntes magnticas, a flutuarem sobre o lquido crebro-espinhal, qual a engrenagem de um motor em leo adequado, produzindo vibraes eltricas com a freqncia de dez a vinte hertz por segundo. Da parte infinidade de ordens, endereadas ao sistema nervoso, ao aparelhamento endocrnico e aos rgos diversos.

O crebro, porm, tal qual conhecido na Terra, representa a parte visvel do centro perispiritual da mente, ainda impondervel cincia comum, no qual se processa a elaborao do pensamento, que escapa conceituao humana. Referimo-nos a semelhante quadro para comentar a necessidade da cooperao do servidor medinico no intercmbio entre os dois planos - visvel e invisvel.

A tese do animismo, no obstante respeitvel, pelas excelentes intenes que a inspiraram, muita vez desencoraja os companheiros chamados a testemunhos de servio no ministrio da verdade e do bem. Os investigadores rigoristas no favorecem o esforo dos mdiuns bem intencionados; na maioria das ocasies destrem-lhes os germens de boa vontade e realizao com as suas exigncias particularistas no captulo da minudncia, da gramtica, da adivinhao.

A organizao medinica, entretanto, como as demais edificaes elevadas, no se improvisa no caminho da vida. E o mdium no uma inteligncia ou uma conscincia anulada nas exteriorizaes fenomnicas da comunicao entre as duas esferas. Ainda no chamado sonambulismo puro, no transe completo e nas hipnoses mais profundas, a colaborao dele ser manifesta e indispensvel. A energia da usina longnqua precisa do filamento da lmpada, em que se manifesta, produzindo luz e calor.

O artista, para arrancar a melodia perfeita, necessita de cordas afinadas e firmes no violino que lhe empresta oconcurso na demonstrao musical. A mensagem do cantor, ou do poltico, requer o aparelho de recepo para ser ouvida distncia.

Exige a lmpada caracterstica especializada, na fabricao. O violino requisita grande experincia e cuidado de manufatura e o receptor radiofnico pede extensa cpia de material eltrico para atender finalidade que lhe prpria. Se em semelhantes servios de transmisso, base de matria comum, h imperativos tcnicos e organizao, como improvisar um mecanismo medinico, no qual a base de matria viva associada a elementos espirituais, ainda imponderveis cincia humana, exige a construo da vontade com os valores da cooperao?

Edificar a mediunidade constitui uma obra digna do esforo aliado perseverana no espao e no tempo. Um habitante de esfera diferente necessita valer-se dos recursos que lhe oferece o cooperador identificado com o crculo onde pretende fazer-se sentir.

Trata-se de imposio vulgar nas prprias relaes entre pases terrestres, de cultura diversa. O brasileiro que precise conduzir certa mensagem Inglaterra, desprovido de contato anterior com a vida britnica, de modo algum dispensar o intrprete e esse intermedirio, para cumprir a tarefa, deve preparar-se devidamente.

Adaptar-se uma entidade desencarnada ao crebro, ao sistema nervoso e aos ncleos glandulares do companheiro encarnado, ajustando peas biolgicas e eliminando resistncias celulares, sem nos referirmos aos processos mentais inacessveis compreenso atual dos fenmenos, no operao matemtica que se efetue atravs dos clculos de alguns instantes. E, assim afirmando, convidamos os colaboradores sinceros do Espiritismo evanglico a dedicarem maior ateno chamada "mediunidade consciente", dentro da qual o intermedirio compelido a guardar suas verdadeiras noes de responsabilidade no dever a cumprir.

Cultive cada trabalhador o seu campo de meditao, educando a mente indisciplinada e enriquecendo os seus prprios valores nos domnios do conhecimento, multiplicando as afinidades com a esfera superior, e observar a extenso dos tesouros de servio que poder movimentar a benefcio de seus irmos e de si mesmo.

Sobretudo, ningum se engane relativamente ao mecanicismo absoluto em matria de mediunidade. Todo intrprete da espiritualidade, consciente ou no no decurso dos processos psquicos, obrigado a cooperar, fornecendo alguma coisa de si prprio, segundo as caractersticas que lhe so peculiares, porquanto, se existem faculdades semelhantes, no encontramos duas mediunidades absolutamente iguais.

Lembremo-nos de que no nos achamos empenhados em edificaes exteriores, onde a forma deva sacrificar a essncia e onde a "letra" asfixie o "esprito", e sim na construo de um mundo melhor, nos crculos de experincia para a vida eterna.

Guarde cada colaborador do Espiritismo cristo a conscincia, a responsabilidade e o esprito de servio maneira de riqueza celeste que necessrio valorizar e multiplicar. No nos esqueamos de que, segundo a profecia, atravs dos canais medinicos o Senhor est derramando a sua luz sobre toda a carne, mas que preciso purificar o vaso carnal e enriquecer a mente, a fim de que o homem terrestre seja, de fato, o intrprete fiel da divina Luz.

Algumas palavras do mdium. Prezado leitor, Embora creia que desnecessria e cansativa qualquer considerao preliminar sobre o contedo desta nova obra de Ramats, intitulada "Mediunismo", e que abrange com especialidade os mais variados aspectos do exerccio da mediunidade sob o patrocnio da doutrina esprita, cumpre-me o dever de explicar que devem ser atribudos exclusivamente a mim os possveis equvocos assinalados durante a leitura destas pginas.

Ainda so raros os mdiuns que, a exemplo de um Chico Xavier, podem filtrar com pleno xito o pensamento dos desencarnados para o ambiente material. E isso ainda se toma mais difcil quando se trata de recepcionar as comunicaes dos espritos categorizados, cuja vibrao altssima ultrapassa a nossa freqncia psquica comum. Tudo que se perguntou sobre a mediunidade foi respondido satisfatoriamente pelo esprito de Ramats e, se algo de interesse no assunto foi olvidado nesta obra, no cabe a culpa ao esprito consultado, mas apenas ao esquecimento ou falta de prtica de quem fez as indagaes.

Talvez, mais tarde, os simpatizantes de sua obra resolvam tecer novas consultas em torno da mediunidade, o que, possivelmente, h de proporcionar-lhes outras conceituaes mais elucidativas e sanar as omisses atuais. Alis, quanto a certos ngulos muito controversos sobre a mediunidade, e que exigem esclarecimentos mais minuciosos, Ramats reportou-se aos mesmos noutras respostas, embora o fazendo sob outra roupagem vocabular. Deste modo, ele procurou avivar a memria do leitor sobre aquilo que deve ser conhecido com melhores detalhes e que favorea uma interpretao mais certa do compromisso medinico.

J havamos encerrado o ltimo captulo desta obra, quando um dos componentes do nosso grupo de trabalho medinico solicitou de Ramats o obsquio de indicar alguns dos compndios mais credenciados, na lngua portuguesa, que pudessem orientar com mais eficincia o desenvolvimento medinico e ensinar os mtodos mais sensatos e proveitosos para os candidatos a mdiuns.

Ramats, aps frisar que j bem servida a bibliografia desse gnero, no Brasil, e que se encontra capacitada para explicar com eficincia a natureza das relaes medinicas entre vivos e mortos, indicou-nos algumas obras que considerou mais apropriadas para auxiliar o desenvolvimento medinico, em conformidade com os preceitos ensinados pela doutrina esprita.

Com o intuito de facilitar a aquisio das obras citadas, por parte daqueles que ainda no as conhecem ou desejam presente-las a outrem, combinamos especific-las nesta pgina, mencionando tanto os seus autores encarnados ou desencarnados como as casas que as editaram. Edio da Livraria da Federao Esprita Brasileira. Mdium Francisco Cndido Xavier. Edio da Livraria Allan Kardec Lake. Edio da Livraria do Pensamento. Manso Vieira e B.

Godoy Paiva. Curitiba, 20 de agosto de HERCLIO MAES Prembulo Meus Amigos e Irmos, Entregando-vos esta obra, que achamos de bom alvitre denominar de "Mediunismo", tambm nos desincumbimos de mais uma etapa do programa sideral, cuja responsabilidade assumimos junto aos nossos maiorais quando nos prontificamos a cooperar para a melhoria espiritual de alguns espritos encarnados na Terra. Merc da bondade do Criador, j gozamos do jbilo de verificar que pudemos atrair a simpatia de algumas criaturas, interessando-as para o contedo de nossas singelas mensagens medinicas.

Comprovamos tambm que elas modificaram algo do seu antigo modo de viver e adotaram princpios evanglicos em suas vidas, elevando-se para a freqncia espiritual mais alta e assim apressando a sua renovao para habitar os planos paradisacos. Reconhecemos a impossibilidade de agradar a todos os que tomam contato conosco, assim como tambm no alimentamos quaisquer vaidades messinicas, nem pretendemos distines especiais no seio das comunidades sidreas. Alegramo-nos muitssimo pela oportunidade de cooperar nos labores de esclarecimento espiritual e de socorro fraterno, que o Alto realiza em favor das almas matriculadas na escola benfeitora da carne.

Compreendemos a necessidade de nos manter acima dos preconceitos e dos equvocos humanos, assim como estendemos a nossa afeio espiritual a todos os homens, malgrado alguns espritos demasiadamente ortodoxos em suas crenas possam no se agradar daquilo que estamos transmitindo por via medinica. Oxal, servindo-nos da organizao medinica que nos transfere o pensamento para a matria, possamos corresponder imerecida confiana daqueles que nos permitiram a participao no servio abenoado do Bem.

Realizado, assim, este modesto esforo no sentido de auxiliarmos tanto quanto possvel a libertao espiritual de nossos irmos encarnados, apresentando um trabalho isento dos pruridos cientficos, das cogitaes filosficas destrutivas, da mentalidade intoxicada pelo academismo do mundo e tambm das conceituaes dogmticas religiosas, formulamos os nossos sinceros apelos espirituais aos homens de boa vontade para que se interessem o mais breve possvel pela sua admisso ao reino amorvel do Cristo.

Embora a vida fsica seja escola meritria, que proporciona ao esprito mergulhado na carne transitria o desenvolvimento de sua conscincia, o certo que as fortssimas razes lanadas pelo instinto animal retardam o homem por muito tempo sob o guante do sofrimento redentor.

A dor, na vida material, quase sempre o corolrio imediato dos prazeres descontrolados. Eis por que, embora devamos reconhecer a importncia indiscutvel do curso experimental da vida terrena, significando a valiosa oportunidade que auxilia o despertamento da centelha sideral emanada do Criador e situada na carne humana, temos sempre insistido quanto necessidade de o homem aprender a sua lio espiritual com a maior urgncia, a fim de se libertar o mais cedo possvel das formas escravizantes da matria.

Malgrado esse benefcio prestado pela carne, alma, no seu aprendizado anglico, implacvel a sua ao atvica e bastante difcil desatar suas algemas milenrias. Desde que a angelitude a condio definitiva que Deus instituiu para todos os seus filhos criados de sua prpria Conscincia Csmica, justo que o esprito se sirva eficientemente dos laboratrios planetrios que lhe facultam as provas redentoras; mas deve ser sensato e trabalhar tanto quanto possvel para lograr essa ventura, a que tm direito indiscutvel.

No entanto, assim no fazemos com o, intuito apostlico de condenar as fraquezas naturais da vida humana, nem pretendemos excomungar nossos irmos encarnados pelos seus equvocos. Na verdade, todos vivem na carne as mesmas experincias e equvocos, com os quais ns tambm j topamos em inmeras existncias planetrias.

O nosso principal objetivo ainda o convite fraterno e insistente para que os encarnados despertem de sua negligncia to comum na peregrinao da estrada terrena e acelerem os passos, pois j bem prximo lhes acena a ventura eterna da vida anglica. Realmente, temos nos referido incessantemente inconvenincia de o esprito demorar-se atado fogueira das paixes devoradoras e pecaminosas do mundo da carne; mas, em seguida, tambm enunciamos as perspectivas sublimes e o cenrio paradisaco que aguardam as almas sofredoras aps a sua libertao do compromisso redentor da carne.

Com muita razo deveramos ser condenados repulsa pblica se, em detrimento das virtudes anglicas do esprito imortal, preferssemos exaltar os vcios e as paixes pecaminosas que ainda fervilham sob o combustvel alimentado pelas energias do instinto animal.

A presente obra, intitulada "Mediunismo", apenas mais um singelo trabalho de nossa cooperao espiritual por via medinica, enquanto rogamos a Deus o ensejo de permitir-nos acender a chama da vida imortal em alguns coraes ainda torturados pelas vicissitudes e as dores da vida material. Envidamos tambm os nossos melhores esforos para contribuir de modo proveitoso, junto de alguns mdiuns ainda confusos e indecisos, que vacilam quanto ao roteiro mais certo para empreender o seu desenvolvimento medinico.

Obviamente, no alimentamos a presuno de acrescer qualquer novidade s obras fundamentais de Allan Kardec, que os espritos lhe ditaram sobre a mediunidade. Da mesma forma, reconhecemos que j existem muitas obras credenciadas no gnero, produzidas por encarnados estudiosos da fenomenologia medinica, as quais superam estas singelas mensagens de nossa lavra espiritual.

Servindo-nos do mdium que nos recepciona o pensamento, temos procurado atender s mais variadas indagaes sobre o problema complexo e sublime da mediunidade, exaltando-a como a tarefa espiritual que deve ser exercida com devotado zelo moral e sempre distncia dos interesses mercenrios e das vaidades humanas. Obedecendo necessidade seletiva do programa elaborado pelos nossos superiores, algumas vezes fomos obrigado a destacar os ngulos sombrios da prtica medinica, a imprudncia, o interesse mercenrio e a capciosidade de certos mdiuns.

Mas assim o fizemos com o fito de distinguir aqueles que merecem a confiana do Alto e prestam valioso e devotado servio ao prximo. Em algumas de nossas consideraes existe um tom de censura aos mdiuns preguiosos, que sentem estranho prazer em se conservar na mesma ignorncia de quando iniciaram o seu desenvolvimento medinico. E assim o fizemos porque o xito do mandato medinico e a sua transparncia espiritual exigem que os seus intrpretes, alm do seu apuro moral, tambm despertem o seu comando mental e melhorem o seu intelecto.

Advertimos todos os mdiuns de que o xito do servio medinico depende muito mais da renncia, desinteresse, humildade e ternura dos seus medianeiros do que mesmo de qualquer manifestao fenomnica espetacular, que empolga os sentidos fsicos, mas no converte o esprito ao Bem. Embora no tenhamos podido alinhar conceitos espirticos mais avanados que aqueles que Kardec j consignou em suas obras doutrinrias, sentir-nos-emos regiamente compensados se, atravs deste trabalho despretensioso, algumas criaturas puderem compreender melhor o sentido libertador do Espiritismo e a funo redentora da mediunidade.

Considerando-se a doutrina esprita como o Cristianismo redivivo em sua pureza inicitica e em sua simplicidade comovedora, os mdiuns que se credenciam sob a sua gide doutrinria tambm precisam cumprir o seu mandato espiritual no sculo atmico, quais novos apstolos, pregando a imortalidade do esprito.

RAMATS: Assim como ao futuro acadmico compete primeiramente estudar a cartilha primria, a fim de aprender o alfabeto que o credenciar para tentar no futuro os estudos mais complexos da ctedra universitria, o mdium tambm precisa comear o seu desenvolvimento medinico orientado pelas lies bsicas da doutrina esprita.

O homem pode tomar-se engenheiro, advogado, mdico ou magistrado, mas ele sempre ter de comear pela alfabetizao. Atualmente, medida que o mundo terreno progride, a sua humanidade tambm freqenta cursos para poder exercer as suas profisses as mais singelas e, devido a isso, multiplicam-se e popularizam-se os tratados cientficos e os compndios tcnicos, a fim de serem orientadas as experimentaes ou as especulaes mais comuns.

Hoje estudam-se e consolidam-se regras e leis que, baseadas nas longas experimentaes do passado, graduam disciplinadamente os estudos mais variados e facilitam muitssimo o roteiro educativo dos estudiosos. Pouco a pouco eliminam-se as indecises, os equvocos, os transtornos e as surpresas to comuns s tentativas empricas e prprias das experimentaes sem mtodos seguros.

Em conseqncia disso, os empreendimentos culturais, os cursos cientficos e os conhecimentos tcnicos modernos so tratados em linguagem acessvel a todas as mentes estudiosas e aceleram o progresso da humanidade terrena, porquanto reduzem a perda de tempo comumente empregado no empirismo desordenado.

Proliferam, ento, as academias destinadas a oficializar todos os labores humanos, pois diplomam costureiras, floristas, oradores, barbeiros, motoristas, fabricantes de doces, especialistas em extrao de calos ou tcnicos das mais variadas profisses. Nesse aprimoramento medinico esto em jogo os elevados ensinamentos da vida evanglica, e a sua finalidade a de proporcionar ao homem a sua mais breve libertao espiritual.

Entretanto, o xito depende muitssimo das condies morais e dos conhecimentos do mdium, o qual deve se afastar de tudo aquilo que possa despertar o ridculo, a censura ou o sarcasmo sobre a doutrina esprita.

O mdium desenvolvido, na acepo da palavra, fruto de longas experimentaes em favor do prximo; s o servio desinteressado, a imaginao disciplinada e o equilbrio moral-emotivo que podero garantir-lhe o sucesso nas suas comunicaes com o Alto.

S o desenvolvimento medinico correto, supervisionado por outras criaturas sensatas e experimentadas, que realmente poder garantir os resultados proveitosos e evitar os espinhos das decepes prematuras ou o desencanto das tarefas fracassadas. Embora algumas criaturas se deixem atrair pelas manifestaes e encenaes exticas, que impressionam os leigos nos fenmenos medinicos, o intercmbio satisfatrio e profcuo com o Alm tambm requer 13 disciplina semelhante que se exige nos cursos acadmicos do mundo profano.

Assim como seria absurdo pretender algum candidatar-se a um curso acadmico, mas negando-se a alfabetizar-se em primeiro lugar e tentando alcanar o seu objetivo superior por meio de tentativas empricas e experimentaes confusas, tambm absurdidade que o candidato necessitado do desenvolvimento medinico espiritista, despreze as regras e as normas fundamentais do "Livro dos Mdiuns", nas quais Allan Kardec cimentou definitivamente a prtica sensata da mediunidade.

Muito mais importante e perigosa do que as relaes e as profisses no mundo material so ainda as relaes entre os vivos e os mortos, por cujo motivo o mdium no pode prescindir de um roteiro certo e seguro em seu desenvolvimento, tal como Allan Kardec o estabeleceu em suas obras fundamentais.

PERGUNTA: No entanto, conhecemos alguns confrades que se consideram "bons mdiuns" e so bastante seguros em suas tarefas medinicas, mas que afirmam nunca haver lido uma pgina do "Livro dos Mdiuns", nem mesmo consultado qualquer outra obra de Allan Kardec.

Que dizeis disso? RAMATS: Quanto a haver mdium bom e seguro, mesmo ignorando as obras de Allan Kardec, no opomos dvida alguma, pois o Catolicismo, o Protestantismo, a Teosofia, o Esoterismo, o Budismo, o Islamismo, o Indusmo e o Judasmo, as instituies Rosa-Cruz e outras associaes iniciticas contaram em seu seio com magnficos mdiuns de alto critrio espiritual, mas alheios aos postulados espritas.

O Espiritismo o conjunto de leis morais que disciplinam as relaes desse "mediunismo" entre o plano visvel e o invisvel, coordenando tambm o progresso espiritual dos seus adeptos. Mas os fenmenos medinicos comearam a ocorrer muito antes de ser codificada a doutrina esprita, assim como tambm podem se registrar independentemente de sua existncia.

Sem dvida, tendes de distinguir que o mediunismo manifestao que pode ocorrer independentemente do Espiritismo; o primeiro uma "faculdade" que pode no estar sujeita a doutrinas ou religies; o segundo "doutrina" moral e filosfica codificada por Allan Kardec, cuja finalidade precpua a libertao do homem dos dogmas asfixiantes e das paixes escravizantes.

A literatura medinica, proveniente de vrias fontes religiosas e doutrinrias, prdiga em vos comprovar a quantidade de sensitivos que recepcionam mensagens daqui, embora no operem diretamente sob a inspirao do Espiritismo codificado por Allan Kardec. Assim que, independentemente da codificao cardeciana, foram recebidos do Espao as importantes "Cartas de Meditaes" e a obra "Luz da Alma", ditadas pelo instrutor tibetano a Alice A.

Bailey; as missivas de escrita direta a Helena Blavatsky, fundadora da Teosofia, dos mestres Mria e K.

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Alexandre Aksakof

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